segunda-feira, 14 de julho de 2014

Sobre amamentação - Pouco leite, o que fazer?



Passei por muita coisa pra conseguir amamentar e sou muito feliz por isso. Desde então sempre tento ajudar alguém que esta passando por essa dificuldade, que é grande, eu sei!
Creio que a maioria das mães querem amamentar seus filhos, mas nem todas conseguem e muitas vezes por falta de informação.
Eu também não consegui amamentar a Letícia (minha primeira filha, que hoje tem 6 anos), senti muita dor e logo dei o complemento, e deixei de dá o peito. Eu sentia dor e não queria dá, mas no fundo eu queria, entendem?
Já com a Bia foi tudo bem diferente, eu queria dá e me propus a fazer o possível e para conseguir. Senti muita dor, tive febre algumas vezes, rachaduras e quase desisti também, mas eu sabia que era possível e fui vencendo a cada dia e consegui, hoje com quase 5 meses a Beatriz só toma leite materno em livre demanda, esta super saudável e muito linda! :) (a mamãe é coruja mesmo), rs....
A Letícia também sempre foi um bebê saudável, graças a Deus e também é e sempre foi muito linda (mamãe coruja, desde sempre, rsrs...), mas confesso que sempre pensava que podia ter a amamentado também, seria muito melhor e sem contar que seria bem mais barato, e como!
O que eu queria mesmo falar uma das maiores dúvidas que vejo surgir na cabeça da mãe que começa amamentar: Será que tenho leite suficiente? Será que meu leite esta alimentando meu bebê?
Na maioria das vezes esta sim! Uma pena que muitas mamães por não saberem disso, desistem de amamentar seus filhos com seu próprio leite (que é o melhor) e passam alimenta-los com leite artificial, e logo a falta de sucção do bebê, faz diminuir a produção de leite.

A impressão de que há pouco leite é falsa quando se diz respeito ao seio que não esta mais super cheio ou quando ele pára de vazar. Isso é totalmente normal. O que acontece é que esses são sinais naturais que o corpo se adaptou a demanda de produção de leite do bebê.
O bebê também passa por momentos em que precisa mamar mais do que antes e isso faz com que a mãe ache que não esta tendo leite suficiente para alimenta-lo por conta da solicitação do bebê em mamar mais vezes, mas isso não significa que a mãe não tenha leite, ao contrário, quanto mais mamadas mais produção de leite.
Entretanto, existe sim alguns raros casos que a mulher não esteja produzindo o leite necessário, mas só acontece em 2% das mulheres, é muito pouco.

A produção de leite geralmente é boa, o problema geralmente esta na entrega do leite porque o bebê não pega direito o seio e isso dificulta.

A produção de leite pode diminuir quando o amamentar dói, quando os mamilos estão rachados e feridos quando o bebê dorme muito e precisa de incentivo para mamar, quando o bebê chupa chupeta e reduz o tempo de mamada e o estresse também pode prejudicar, portanto mantenha-se calma.

O que fazer para aumentar a produção de leite?


  • Deixar o bebê mamar a vontade.
  • Evitar a chupeta para que o bebê passe mais tempo sugando o seio.
  • Invista em informação e treino para que o bebê tenha uma pega (toda a auréola) 
  • Beba muitaaaaa água! Se manter hidrata é muito importante para a produção de leite.
  • Existem medicamentos que também ajudam, mas isso é com o médico, procure o seu se fizer todo o possível e ainda sim não estiver produzindo leite suficiente para o seu bebê.

Essas são algumas dicas baseadas na minha experiência e na muitas leituras que fiz por busca de informação.
Espero ter ajudado!

Persiste! Não desista!

Um abraço,

Carol








segunda-feira, 7 de julho de 2014

O que não falar para seu filho

Dicas muito importantes para o desenvolvimento psicológico das crianças.


1 – Não rotule seu filho de pestinha, chato, lerdo ou outro adjetivo agressivo, mesmo que de brincadeira. Isso fará com que ele se torne realmente isso.
2 – Não diga apenas sim. Os nãos e porquês fazem parte da relação de amizade que os pais querem construir com os filhos.
3 – Não pergunte à criança se ela quer fazer uma atividade obrigatória ou ir a um evento indispensável. Diga apenas que agora é a hora de fazer.
4 – Não mande a criança parar de chorar. Se for o caso, pergunte o motivo do choro ou apenas peça que mantenha a calma, ensinando assim a lidar com suas emoções.
5 – Não diga que a injeção não vai doer, porque você sabe que vai doer. A menos que seja gotinha, diga que será rápido ou apenas uma picadinha, mas não engane.
6 – Não diga palavrões. Seu filho vai repetir as palavras de baixo calão que ouvir.
7 – Não ria do erro da criança. Fazer piada com mau comportamento ou erros na troca de letras pode inibir o desenvolvimento saudável.
8 – Não diga mentiras. Todos os comportamentos dos pais são aprendidos pelos filhos e servem de espelho.
9 – Não diga que foi apenas um pesadelo e mande voltar para a cama. As crianças têm dificuldade de separar o mundo real do imaginário. Quando acontecer um sonho ruim, acalme seu filho e leve-o para a cama, fazendo companhia até dormir.
10 – Nunca diga que vai embora se não for obedecido. Ameaças e chantagens nunca são saudáveis.



Fonte: http://blog.playkidsapp.com/

Resultado do Sorteio

Olá meninas!!

Saiu o resultado do sorteio. Oba!!!

Eu gostaria muito de agradecer a participação e colaboração de todas.
Muito obrigada! 
Obrigada aos blogs que me ajudaram a divulgar, foi um sucesso!
Em breve (muito em breve) vai rolar mais sorteios com parceria.
Não deixem visitar e conferir as postagens.


Parabéns a sortuda Barbara Domingues, estou entrando em contato para o envio do produto.

Abraços!

Carol (mãe de duas)






domingo, 6 de julho de 2014

Brigar na frente dos filhos causa danos

Brigar na frente dos filhos é muito complicado e pode causar danos terríveis.
Eis uma matéria do site UOL que explica bem isso:

"Não entrar em discussões acirradas na frente dos filhos deveria ser regra para todos os pais, mas, na prática, nem sempre é assim. Na hora em que os ânimos se exaltam, é difícil moderar a raiva e as palavras. Mesmo que tudo volte às boas depois, essas ocasiões podem deixar marcas profundas nas crianças. "Os adultos deveriam pensar sempre duas vezes antes de agir, porque a criança sempre precisa ser preservada", afirma a psicóloga infantil Daniella Freixo de Faria, de São Paulo (SP).

De acordo com a psicóloga Susana Ório, também da capital paulista, para qualquer faixa etária sempre é muito sofrido presenciar as desavenças. "Quando os pais brigam, os filhos vivenciam um sentimento de ameaça. Os menores, de dois a quatro anos, não conseguem compreender o que está acontecendo. Por isso ao ver os pais discutindo, se sentem abandonados", conta. A criança não entende porque os pais estão brigando, principalmente quando os assuntos têm relação com finanças ou ciúme.

Segundo a psicóloga Miriam Barros, de São Paulo (SP), especialista em terapia familiar, nessa faixa etária, a criança é muito autorreferente e acredita que todas as coisas que acontecem na família têm a ver com ela. "No caso da briga dos pais, elas normalmente acham que são culpadas", diz. Como nessa idade os filhos ainda não têm repertório para expressar o que sentem nem capacidade de entender os problemas dos adultos, podem desenvolver sintomas físicos ou psíquicos para conseguir lidar com a tensão. O terror noturno, por exemplo, é bastante comum.
Você costuma ter brigas de casal na frente dos seus filhos?

Sim. Infelizmente, é difícil evitar.
Não. Sempre discutimos a sós.
Às vezes. Evitamos bastante, mas tem horas que é impossível segurar.

Entre cinco e oito anos, a criança já começa a entender e verbalizar o que está sentindo. É comum dizer aos amiguinhos que acha que os pais vão se separar, contar que estão brigando. "É uma fase em que a criança vai querer cuidar do pai e da mãe, pedir para que eles não briguem, pedir que se beijem... E também desejar ficar em casa para não deixar que os dois discutam", comenta Susana, que afirma que depois dos nove anos de idade há uma percepção maior dos conflitos.

Dependendo da frequência com que as discussões ocorrem, muitas crianças chegam a comentar na escola que seria melhor que os pais se separassem, pois não suportam mais tanto estresse. "Quanto maior a criança, mais ela costuma fazer suas próprias interpretações, defendendo um ou outro de acordo com a própria opinião", completa Luciana Barros de Almeida, presidente da ABPp (Associação Brasileira de Psicopedagogia).
Aprendizado negativo

Seja qual for a idade, porém, é fato que a criança que assiste constantemente aos embates familiares se torna mais tensa, triste, abatida e apática, o que acaba afetando, também, o rendimento escolar. A tensão familiar compromete sua visão sobre os relacionamentos amorosos entre os adultos. "Ela pode entender que a relação conjugal é algo ruim e assimilar isso para sua vida adulta", diz Luciana.

Muitas crianças chegam a falar que não querem se casar nem ter filhos quando crescerem, numa demonstração clara de que não pretendem passar de novo pelo sofrimento que vivenciam no dia a dia.

Segundo a psicóloga Suzy Camacho, autora do livro "Guia Prático dos Pais" (Ed. Green Forest), brigar na frente dos filhos funciona como uma espécie de curso prático sobre a convivência a dois. "Há o risco de as crianças reproduzirem, mais cedo ou mais tarde, no relacionamento com os amiguinhos ou na vida adulta, os gritos, o tipo de palavreado, os gestos, as ofensas... Poucas são as que fazem o caminho oposto e evitam repetir aquilo que presenciam os pais fazendo", declara.

As palavras que um diz ao outro podem moldar a imagem que a criança tem do pai ou da mãe. É preciso cuidado com xingamentos e termos que desqualificam. Quando o pai humilha a mãe, por exemplo, a mensagem transmitida é de que uma mulher não merece ser respeitada. E se a mãe tem mania de falar que o parceiro é folgado ou preguiçoso, a própria criança pode passar a usar essas palavras para se referir ao pai, já que as ouviu com frequência e as assimilou como verdade absoluta.
Situação sob controle

Os ânimos se exaltaram e as crianças ficaram nervosas? Respire fundo e tente acalmá-las, explicando que a discussão não tem nada a ver com elas –mesmo que o motivo seja alguma divergência no modo de educá-las. É imprescindível agir de modo que os filhos não se sintam culpados pelo ocorrido.

"E mais: peça desculpas. Fale que lamenta ter brigado com o papai ou com a mamãe e que sente arrependimento. Explique ainda que adultos às vezes perdem a paciência, porque se relacionar é difícil, mas que vocês se amam, vão resolver tudo juntos e que eles não precisam se preocupar", declara a psicóloga infantil Daniella Freixo. "Só não tente fazer de conta que não houve nada, pois isso é cinismo e confunde a criança. Ela aprende que não pode confiar nas próprias percepções", conta Suzy.

A forma mais sensata de poupar os filhos é mesmo conversar a sós, com tranquilidade e objetividade, e, de preferência, longe dos olhares e ouvidos das crianças. "Trancarem-se no quarto pode até ser uma forma de manter o controle para não discutirem na frente da criança. Porém, de nada adianta se os dois se exaltarem ao ponto de, do lado de fora, todos escutarem o que está sendo falado", diz Luciana de Almeida, da ABPp.

"Ficarem sem se falar para evitar atritos também não é bom, porque mantém um clima de tensão a maior parte do tempo gerando mais ansiedade", afirma Miriam Barros. Além disso, um período de silêncio muito longo sinaliza falta de maturidade para resolver os próprios conflitos.

Existe um jeito ideal de resolver as coisas se as crianças estiverem por perto? "Depende do assunto. Se for apropriado para as crianças ouvirem pai e mãe podem até tentar resolver, mas mantendo o respeito entre o casal. Mas a maior parte dos assuntos não deve ser discutida na frente das crianças", explica Miriam.

Ainda que o par esteja atravessando uma crise conjugal com possibilidade de resolução, os filhos devem ser poupados. Os pais devem responder –de uma forma compreensível, claro– se os filhos fizerem perguntas, mas não é necessário se antecipar e abrir uma intimidade que eles não são capazes de absorver.

"Toda relação passa por ajustes e momentos de crise. O importante é que o casal procure, desde o início, fazer um pacto de respeito para que não magoem um ao outro nem os filhos. Dá trabalho, claro, é algo a se fazer dia a dia, mas é necessário. A família só ganha com isso", diz Daniella."

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Caspas ou crostas nos bebês.




Seu bebê tem caspas?
A Beatriz tem! O pediatra sugeriu não mexer e esperar até a consulta dos 5 meses e então vamos esperar.

As caspas em bebês trata-se de uma tal de dermatite seborréica, que pode surgir nas primeiras semanas de vida do bebê e que tem a cor amarelada ou marrom que ficam no couro cabeludo.
Costumam sumir até 4 meses (por isso o pediatra pediu para esperar).
Parece ser causada pela passagem de hormônios maternos para o bebê e esses hormônios estimulam maior atividade das glândulas sebáceas.
Li que usar óleo de amêndoas antes do banho e passar um pente fino com cuidado ajuda a retirar as crostinhas, mas o pediatra da Beatriz falou para eu não passar nada, e como eu sou obediente e confio nele, vou esperar.
Lembro que a Letícia também teve essas caspas, em menor quantidade do que a Beatriz esta tendo e o pediatra na época receitou um shampoo que não me lembro o nome, mas tinha dado certo.
Bem, me resta esperar!

E seus bebês também tem caspinhas? O que usaram?

Abraços,

Carol



Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. De sorte que, ou vivamos ou morramos, somos do Senhor. Romanos 14:8

Casa arrumada??



A verdade é que desde que a Beatriz nasceu nunca mais minha casa ficou arrumada. E confesso que isso as vezes me dá nos nervos, mas estou tentando me manter calma e me acostumar com a ideia que nada é como era e vou precisar me adaptar novamente a minha falta de tempo para quase tudo!
Não tenho ninguém para me ajudar nas tarefas domésticas do dia a dia. Sou eu quem faço tudo em casa, com exceção a limpeza pesada (faxina), que ai não dá mesmo, porque requer muito tempo (geralmente o dia todo, né?), mas o resto tudo eu faço e tudo doses homeopáticas.
Tento seguir uma rotina, mas nem sempre dá.
Aproveito todos os momentos de cochiladas dela e vou ajeitando uma coisa e outra, acontece que ela dorme muito pouco a tarde (ela só cochila), então tem dias que fico muito sobrecarregada. Tem horas que a coloco no sling para fazer as coisas com ela no colo mesmo, mas nem sempre tudo dá pra fazer (por exemplo: cozinhar!!) e tem horas que a coloco no carrinho pra fazer outras coisas e as vezes dá pra fazer muitas coisas, mas ela geralmente pede um colinho (e como chora), rs...
Confesso que já foi pior, agora ela se distrai com brinquedinhos e com conversas.
Gosto muito de ver minha casa arrumada, mas estou entendendo que não dá, e não dá mesmo é para pirar com isso né?
Logo logo ela cresce e o que eu preciso mesmo é de curti-la e isso eu faço, faço muito!
Meu marido tem feito toda a diferença também. Quando esta em casa sempre me ajuda com as meninas e sempre me relaxa com palavras de tranquilidade e isso é muito bom.
Casa arrumada? Não, não, mas a felicidade mora aqui!
E você tem uma rotina?
Me conte sua experiência!!


Bom é o sal; mas, se o sal se tornar insípido, com que o temperareis? Tende sal em vós mesmos, e paz uns com os outros. Marcos 9:50

terça-feira, 1 de julho de 2014

Teste da linguinha

No último dia 20 de junho foi sancionada, e começa a valer em 180 dias, a lei 13.002/14 que obriga a realização do  "teste da linguinha" em recém-nascidos.

É um teste muito importante a ser feito aos bebês porque tem objetivo identificar problemas que podem levar a dificuldades bioneurológicas na fala, sucção, deglutição e mastigação.
O teste identifica a necessidade de cirurgia para  possíveis correções de irregularidades na estrutura que liga a parte inferior da língua à boca.
Uma das vantagens do teste para os recem nascidos é que pode verificar alguma dificuldade para amamentação que pode ocorrer por causa da falta movimentação da língua.

Funciona assim:


Achei muito vantajoso e importante e vocês?

Abraços


Carol




Uma